terça-feira, 15 de julho de 2008

Parada respiratória, o que fazer?

Parada respiratória
Como detectar:
Observar os sinais graves: Se o peito da vítima não se mexer ou se os lábios, face, língua e unhas ficarem azulados, certamente houve parada respiratória.

Como fazer a respiração artificial ou de socorro:
Afrouxe roupas, desobstrua a circulação do pescoço, peito e cintura. Desobstrua as vias aéreas (boca ou garganta). Coloque a vítima em uma posição correta. Ritmo: 15 respirações por minuto. Observação importante: ficar atento para reiniciar o processo a qualquer momento, caso seja necessário.

Levantar o pescoço com uma das mãos, inclinando a cabeça para trás. Com a mesma mão, puxe o queixo da vítima para cima, impedindo que a língua obstrua a entrada e saída de ar. Coloque a boca sobre a boca. Feche bem as narinas da vítima com o polegar e o indicador. Depois sopre dentro da boca até que o peito se levante e deixe que o indivíduo expire livremente. Repita o processo na freqüência de 12 a 15 vezes por minuto (aproximadamente 1 insuflação de 5 em 5 segundos).


Durante a insuflação deve verificar-se se a caixa tóraxica se eleva indicando nesse caso que a via respiratória se encontra livre.
Em certos casos, por exemplo, na presença de vómitos ou de lesões na cara, a insuflação pode ser praticada através de um lenço ou qualquer pedaço de pano colocado sobre a boca do acidentado.
Se a existência de lesões na cara, ou outros motivos, não permitirem praticar a respiração boca a boca, insuflar-se-á o ar pelo nariz. Neste caso, coloca-se uma mão uma mão sobre a sua fronte para manter a cabeça inclinada para trás, e com a outra tapa-se a abertura bocal. Para não lhe comprimir as asas do nariz, abre-se a sua boca ao máximo.
Quando se suspeitar que existe uma lesão das vértebras cervicais, procura-se fazer com que as vias respiratórias fiquem livres elevando com cuidado o maxilar da vítima, introduzindo-lhe o polegar na boca ou pegando-lhe pelo ângulo do queixo.
Com crianças pequenas
Deitar a criança com o rosto para cima e a cabeça inclinada para trás. Levantar o queixo projetando-o para fora. Evitar que a língua obstrua a passagem de ar. Colocar a boca sobre a boca e o nariz da criança e soprar suavemente até que o pumão dela se encha de ar e o peito se levante. Deixe que ela expire livremente e repita o método com o ritmo de 15 respirações por minuto. Pressione também o estômago para evitar que ele se encha de ar.

Cuidados:
Mantenha a vítima aquecida e afrouxe as roupas dela. Aja imediatamente, sem desanimar. Mantenha a vítima deitada. Não dê líquidos para a vítima inconsciente. Nunca dê bebidas alcoólicas logo após recobrar a consciência. São aconselháveis café ou chá. O transporte da vítima é desaconselhável, a menos que seja possível manter o ritmo da respiração de socorro. A posição precisa ser deitada. Procure um médico e transporte a vítima quando ela se recuperar.

fonte:http://www.primeirossocorros.com/

Asfixia, o que fazer?

Asfixia
Se o objeto está preso no nariz
1. Peça para que a pessoa respire pela boca.
2. Observe a localização do objeto. Se ele não tiver sido introduzido até o fundo, tente pressionar a base do nariz (no alto, próximo aos olhos) e empurrar o objeto para baixo.

3. Se isso não funcionar ou o objeto estiver alojado no fundo, procure socorro médico. Não tente forçar: você pode machucar a pessoa ou, pior, pressionar o objeto ainda mais para dentro.

Se a pessoa engasgou e respira sem dificuldades
1. Espere a pessoa tossir. A própria pressão do ar pode expulsar a comida para fora.

2. Você pode ajudar a expelir o objeto dando tapas nas costas da pessoa: coloque-se atrás dela e faça a pessoa se curvar para frente. Dê algumas pancadas no alto das costas entre as omoplatas. Cuidado com a força aplicada. No caso de crianças as pancadas deverão ser ligeiras.

3. Uma manobra de compressão também pode ajudar. Coloque-se por trás e junte suas mãos entre a cintura e fim das costelas do engasgado. Aplique pressão rápida e seguidamente.

4. Não tente virar a pessoa de cabeça para baixo para forçar a saída do objeto (uma bala engolida por uma criança, por exemplo). Isso pode piorar o engasgo, especialmente se ocorrer vômito.

Se a pessoa engasgou e não consegue respirar
1. Observe se a vítima começa a sentir falta de ar. Ela ficará desesperada e começará a ficar roxa. Se isso acontecer, o caso é grave, pois o objeto está obstruindo a passagem de ar.

2. Se o objeto for pontiagudo, não se deve fazer nada: apenas procurar socorro médico imediato.

3. Em outro caso, a solução é provocar o vômito, forçando com isso a saída do objeto. Isto é conseguido colocando seu dedo na garganta da vítima.

4. Se isso não funcionar, procure socorro médico imediato.

5. A dificuldade em respirar pode causar parada respiratória e desmaio. Tente fazer a respiração boca-a-boca, que pode forçar a movimentação do objeto e permitir que o ar volte a circular.



fonte: http://www.primeirossocorros.com/

Como salvar um dente


Como resultado de quedas, traumas ou acidentes domésticos, um dente intacto pode cair da boca. Dependendo da ação subseqüente ele pode ser colocado na posição original. Portanto, atenção às orientações importantes nesse caso:
_ Localize o dente.
_ Segure o dente pela coroa e nunca pela raiz.
_ Remova cuidadosamente algum resíduo estranho ao dente lavando-o com soro fisiológico ou água. Observe se existe alguma fratura na raiz.
_ Se possível coloque o dente de volta no alvéolo.
_ Mantenha o dente úmido em um copo com água, soro ou leite de preferência, à temperatura ambiente.
_ Se não houver água disponível, o dente deve ser colocado na boca, junto à bochecha ou embaixo da língua (tomando cuidado para que não seja engolido).
_ Não faça a limpeza do dente, nem escovando vigorosamente, nem usando algum agente de limpeza (sabão, detergente, etc).
_ Procure o dentista imediatamente, de preferência até 30 minutos após o acidente.
O sucesso do reimplante do dente depende das medidas que forem tomadas após o acidente.

Plano Individual de Estudos

Meu plano individual de estudos está dividido em duas partes: a primeira sobre questões que considero importantes para o meu trabalho no PEAD, como utilizar a câmera digital, fazer vídeos... e a segunda sobre os primeiros socorros na escola. Nas próximas postagens irei compartilhar com vocês as minhas descobertas sobre os primeiros socorros na escola.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Por que trabalhar com resolução de problemas?

Por que trabalhar com a resolução de problemas?
Os professores, ao planejarem seu trabalho, selecionando atividades de resolução de problemas, devem esclarecer claramente os objetivos que pretendem atingir... O principal é analisar o potencial do problema no desenvolvimento de capacidades cognitivas, procedimentos e atitudes e na construção de conceitos e aquisição de fatos da Matemática.
(Resolução de problemas: observações a partir do desempenho dos alunos, de Antonio José Lopes et al. - em A educação Matemática em Revista, da Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM), ano II, nº. 3, 2º semestre de 1994).
Ao trabalhar com problemas o professor propõe ao aluno a descrição de uma situação onde se procura algo desconhecido, exigindo certa iniciativa onde mais importante do que encontrar a resposta certa é elaborar procedimentos ou caminhos que o levem a encontrar essa resposta. É importante também que o professor apresente problemas variados que possibilitem a vivência de situações que apresentem uma solução ou várias soluções. Para desenvolver tais habilidades é necessário que desde o início da escolaridade, as crianças sejam desafiadas a resolver problemas em situações planejadas para isso.
O fato de o aluno ser estimulado a questionar sua própria resposta, a questionar o problema, a transformar um dado problema numa fonte de novos problemas, evidencia uma concepção de ensino aprendizagem não pela mera reprodução de conhecimentos, mas pela via da ação refletida que constrói conhecimentos. (PCN, Matemática, vol. 3, pág. 45.)

A importância dos Estudos Sociais


Durante este semestre tivemos a oportunidade de refletir acerca da importância dos Estudos Sociais para os nossos alunos e pude principalmente perceber o quanto nossas aulas enquanto crianças foram diferentes, sendo baseadas em cultuar vultos históricos, decorar datas e nomes da história que não faziam sentido algum. Felizmente pude perceber que estamos trilhando o caminho certo, já que as atividades e textos que nos foram apresentadas são muito parecidos com as quais eu faço com meus alunos.
Refletir sobre a importância do ensino de Estudos Sociais no currículo escolar é de grande valia, já que dentro dessas atividades muitas noções importantes são desenvolvidas nessa trajetória, dentre essas destaco as noções de espaço e tempo.
Os alunos devem sentir-se incluídos no currículo escolar. Devemos começar trabalhando a história da própria criança, das pessoas da sua família, da cidade onde mora... Sentindo-se inseridos nessas histórias eles perceberão que elas se entrelaçam as outras tantas histórias. Identificando-se com o currículo de Estudos Sociais, eles compreenderão a ação de diferentes grupos sociais.
“É fundamental usar exemplos bem simples, da realidade da criança, para não fazer a clássica separação entre a vida do aluno e o saber da escola, fator responsável por tantos desvios e fracassos na educação” (Estudos Sociais Teoria e prática, pág. 12)
Cabe ao professor, perceber que o seu aluno traz conhecimentos e saberes que devem ser levados em consideração no seu planejamento, e que estes conhecimentos serão incluídos na construção de novas aprendizagens.

domingo, 29 de junho de 2008

A importância das perguntas

Já diz a frase “Educar é ensinar a pensar”, e a melhor forma de fazer o aluno pensar é instigar sua curiosidade. Como diz o texto: “Fazer Perguntas”, extraído do livro “A filosofia na sala de aula” de Mattwew Lipnan, “A maioria dos estudantes são curiosos e intelectualmente vivos". É muito provável que, à medida que vão crescendo, vão pensando e refletindo cada vez menos. Sabemos que na escola ainda o professor é o detentor do saber, ele é que escolhe o que seus alunos devem ou não aprender, o que lhe dá uma certa comodidade, pois estabelecendo desta forma o conteúdo, o educador está preparado para as perguntas que surgirão. Não dando oportunidade ao aluno de refletir sobre novas experiências, de buscar significado naquilo que lhe interessa e naquilo que vai ajudá-lo a crescer intelectual e cognitivamente.
Cabe ao professor incentivá-los a raciocinar, através de questionamentos variados, pois o aluno precisa transitar livremente, pelos seus pensamentos, para compreender as relações externas do seu mundo e do mundo que o cerca. Por isso a necessidade de abrir espaço para perguntas aos nossos alunos, desfiando-os a pensar, construir hipóteses e alimentando seus interesses e curiosidades. Como disse Rubem Alves "É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é
convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender".
Há muita sabedoria pedagógica nos ditos populares. Como naquele que diz:
"É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencê-la a
beber a água". De fato: se a égua não estiver com sede, ela não beberá
água, por mais que o seu dono a surre... Mas, se estiver com sede, ela,
por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão."Todos os homens, enquanto crianças, têm, por
natureza, desejo de conhecer".