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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Concepções de índio


Após a leitura do texto, “Os índios no Brasil: quem são e quantos são” escrito pelo representante do povo Baniwa, Gersen dos Santos Luciano, fiquei lembrando como foi que, como aluna nas séries iniciais do ensino fundamental tive contato com a cultura indígena. Lembro-me que o índio era lembrado no dia 19 de abril, e só! Infelizmente a escola hoje ainda reproduz estes mesmos modelos de antigamente e quantas vezes na minha prática docente repeti esses modelos.
Hoje os indígenas estão retomando suas tradições e seu modo de vida, visando resgatar sua identidade cultural a muito perdida e renegada em função do preconceito que existia com sua raça. A transmissão da cultura, das histórias, dos costumes, dos rituais dos mais velhos para as novas gerações vão garantir que esta cultura se perpetue e seja valorizada pelas novas gerações.
É papel da escola, proporcionar o desenvolvimento de aprendizagens que promovam a busca de conhecimentos referentes à diversidade étnica cultural indígena, ritos, danças, etnias, costumes e tradições, estabeleçam a reflexão sobre a cultura indígena valorizando-a pela sua contribuição na formação da identidade brasileira, numa proposta em desfazer preconceitos ainda arraigados em nossa sociedade.

domingo, 24 de maio de 2009

Debatendo o racismo

Na aula presencial que tivemos quinta-feira passada (21/05) aconteceu um debate de excelente qualidade sobre as questões étnico raciais. Nesta aula resolvi ficar bem atenta aos diferentes posicionamentos das colegas. Quando se fala em racismo, é possível perceber nitidamente como é fácil falar de um assunto que não se viveu. Algumas colegas acreditam que o negro ao perceber uma atitude racista deve se manifestar, reclamar, se posicionar, questionar o porquê de ser discriminado. Respeito suas opiniões mas não aceito!
Nenhuma ação solitária pode ter resultado neste sentido. Somente ações coletivas que devem começar com uma reflexão interna. Quantas vezes se finge um "não ser racista" quando muitas vezes o somos? Existe uma cultura muito arraigada de que o negro é preguiçoso, que não estuda porque não quer... A professora Zita nos trouxe muitos dados sobre o assunto e me identifiquei muitas vezes em sua fala, assim como no vídeo da professora Marilene Leal Paré. Temos que nos inteirar mais deste assunto que ainda tem que ser muito debatido, para minimizar os efeitos de anos de sofrimento do povo negro.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Diga não ao preconceito


Na escola, assim como em outros ambientes ocorrem diariamente situações de discriminação. Essa discriminação pode ser de diferentes origens: etnia, origem, gênero, classe social. O professor precisa estar atento a estas manifestações para identificar e combater estas atitudes.
A escola deve estimular seus alunos a identificar atitudes de discriminação em piadas, novelas discutindo o porquê dessas atitudes. A escola é um espaço de muita diversidade e nada melhor que utilizar as vivências diárias, para ajudar a combater o preconceito.