Esta semana foi muito especial. Estamos chegando ao término do estágio, mas não ao fim do projeto. Estou impressionada com a autonomia e entendimento da minha turma quanto ao assunto África.
Meus alunos estão especialmente contagiados com o projeto e diariamente trazem contribuições sobre tudo o que eles estão assistindo, mesmo sem que eu tenha pedido, fazem anotações e trazem informações muito ricas.
Ficaram especialmente contagiados com a história do ator Breno Mello e o filme que assistiram (Orfeu Negro) foi muito marcante. É possível perceber na riqueza dos detalhes quando fazem relatos orais, escritos ou através de desenhos, onde que eles demonstram o que aprenderam.
Tenho certeza de que a experiência proporcionada pelo estágio amplia o significado da constituição de um profissional da área da educação, complementa a formação acadêmica e confere subsídios para uma atuação efetivamente democrática e transformadora.
Diante de todo o contexto que permeia a nossa atuação profissional, a vivência deste estágio me mostrou a importância da formação continuada e do constante aprimoramento dos conhecimentos da área, das necessidades sociais, da investigação da própria prática e a busca de temas atuais, oportunizando uma reciclagem no meu modo de ver o trabalho que venho desempenhando nesses 18 anos de Magistério
“A educação como prática de liberdade, ao contrário daquela que é prática de dominação, implica na negação do homem abstrato, isolado, solto, desligado no mundo, assim também na negação do mundo como uma realidade ausente nos homens.”
FREIRE, Paulo. (1979). Educação como prática da liberdade. 17.ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra.
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